Fernando Angelim, servo de Cristo. Casado com a Alana, graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (Universidade da Amazônia), em Teologia (Escola Charles Spurgeon), pós-graduado em Pregação Expositiva (Faculdade Teológica Batista Equatorial). É pastor da Congregação Batista de Belém, uma comunidade reformada.
Recomendações:
O livro “Caminho da vida” é um livro prático, objetivo e com uma mensagem que aponta de forma clara o caminho que  o  homem  deve  seguir.  Fernando Angelim  com  habilidade,  graça  e  sabedoria  brinda  o  leitor com dicas e instruções que se entendidas e aplicadas poderão fazer diferença a todo aquele que deseja caminhar em e na verdade. Recomendo a leitura!  - Renato Vargens – Escritor e pastor da Igreja Cristã da Aliança em Niterói – RJ
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O material do Pr. Fernando Angelim tem sido muito útil em nossa igreja. Adotamos o primeiro livro (Conselhos importantes para novos cristãos), em nossa classe de Discipulado e Novos Membros e temos sido muito abençoados. Com o seu novo livro, Caminho da Vida,  não  será  diferente. De forma  dinâmica e  substancial,  sem ser maçante, o Pr. Angelim usa  a   linguagem  poética do   salmo  primeiro   para   realçar   aos   olhos   do  leitor   as  duas  estradas: vida e morte. A cada linha existe uma exclamação à vida  (prazer  em Deus),  estimulando  a meditação  inteligente  e  bíblica  da  insignificância de uma vida sem Deus (morte). Para quem realmente deseja evangelizar, esse é o material. Substancial sem ser simplista, inteligente sem ser monótono. Um livro que mostra o brilho do evangelho da vida. - Elivando Mesquita – Pastor da Igreja Batista Reformada em Russas – CE
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Esse livro é de cunho evangelístico, tem a intenção de apresentar o Evangelho com clareza para a pessoa descrente. Será um recurso para a evangelização de pessoas que nada sabem do Evangelho. Para os crentes usarem como meio de contato com incrédulos.

Você poderá adquirir o livro (aqui

Não gosto de usar este espaço para polêmicas que envolvam a fé cristã. Pelo contrário, criei minha página no facebook para compartilhar mensagens e fatos que sirvam à edificação, que suscitem conversas interessantes e que façam bem ao leitor, no campo da fé cristã, Escritura, cultura, política. Honestamente, meu trabalho como editor literário, professor, pregador, escritor não me permitem uma rotina regular aqui. De vez em quando sumo. Então, quando consigo voltar, tento oferecer alguma coisa de valor mais afirmativo, pois isso também me faz bem. As polêmicas tendem a envenenar a mente e o coração da gente e não é bom ficar respirando o ar nauseabundo do sensacionalismo que rola por aqui (o qual, além de desinformado e, muitas vezes, semi-analfabeto, é desinteressante, burro e tedioso). Mas, vez por outra, sinto a necessidade de chamar a atenção para certas coisas que a gente vê, estarrecidos, aqui nesta "terra de ninguém" que é a internet. Há um ano, publiquei um texto no qual me queixei da crescente tolice que se vê no comportamento de gente da comunidade evangélica virtual aqui nas redes sociais. Na ocasião, destaquei o seguinte: 

"...Quando vejo memes ofensivos na internet, sites de escárnio chamados de isso e aquilo outro da "zoeira" que ridicularizam a imagem e o nome de homens de Deus, debates tolos sobre calvinistas, arminianos e comparações infantis do tipo "minha evangelização é melhor que a sua", lembro do que disse o apóstolo Paulo sobre "meninos, levados de um lado para outro pelo vento", e de "meninos que falam coisas de meninos e fazem coisas de meninos". Também lembro de Jesus dizendo que a seara do Pai precisa de gente madura para trabalhar." 

É triste constatar que as coisas pioraram. Chega a ser espantoso perceber como alguns desses autoproclamados "porta-vozes" de algumas tradições evangélicas, que se colocam como verdadeiros paladinos da seus próprios costumes e crenças, sujam o nome do cristianismo com seu comportamento baixo, vil e destrutivo. Não constroem nada. Só destroem. E o pior é que admitem isto, com escárnio. Querem mesmo a atenção, o ibope. Gostam que "falem deles", que lhes dêem "atenção". Alguém me mandou algumas declarações de um desses sites de bagunça, o tal "Arminianismo da zuiera" (sic), que evidencia isto. O fulano disse: 

"Faz o seguinte continue comentando e ajudando o AZ a "aparecer" pois quanto mais o AZ aparecer, mais suas heresias vão ficar desmascarados... Valeu!", E ainda mais : "Sabem o que mais deixa o AZ feliz? Ver que incomodamos os medalhões Calvinistas, pois mostramos sua heresias... Obrigado pela audiência".  

Para obter esta audiência, fazem uso jocoso e zombeteiro da imagem de homens de Deus, pregadores do Evangelho, ministros cristãos, tratando-os com zombaria, escárnio e enorme desrespeito. Obviamente que conseguem assim alguma "audiência", mas ao custo do seu próprio ridículo. É hora de acabar com isso. Esse comportamento não é cristão e essas pessoas terão de responder por seus atos insensatos. 

Este site e seus correlatos são uma vergonha. Para eles, cito aqui a já famosa frase de Humberto Eco, que disse: 

“As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel. O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”. 

Aproveito para fazer um alerta a todos nós, que mexemos com teologia, que tratamos de assuntos da fé cristã. Também cito aqui um outro texto, que escrevi há algum tempo, no qual peço mais ética na internet: 

"Uma das questões mais urgentes e importantes que o escritor na internet precisa atentar é a ética. Infelizmente, sua importância tem sido enormemente negligenciada em muitos meios onde se publica textos teológicos. O comportamento antiético na internet é espantoso. Atrás do anonimato ou mesmo de uma falsa introjeção de imagem que a internet favorece, discussões sem sentido acontecem, troca de ofensas, uso indevido de material protegido por direitos autorais, enfim, é preciso resgatar o procedimento ético também na “persona” virtual. 

Outro cuidado que é preciso ter com o uso da internet para a discussão teológica é com o acesso. Não se sabe quem está lendo os textos ou acompanhando as discussões em torno de determinado tema. Muitas vezes, um assunto complexo gera polêmicas e debates acirrados e isso fica exposto diante de pessoas que não têm compromisso com a fé cristã, ou aos inimigos da fé ou, ainda pior, aos olhos de pequeninos na fé ou neófitos – o Senhor Jesus Cristo faz um severo alerta contra aqueles que fazem tropeçar um de seus pequeninos (Mc 9.42). Na cristandade primitiva, havia uma prática chamada disciplina arcani, que era o costume de manter o conhecimento de doutrinas mais difíceis da fé cristã e o debate acerca delas, distante dos não cristãos e até mesmo dos novos na fé, com o propósito de preservar-lhes de escândalos e não confundir-lhes a mente.  

Ainda é válido estabelecer a diferença entre “jornalismo teológico” e “formação teológica”. O fato de um determinado tema doutrinário ser publicado em uma página de internet não torna seu autor uma autoridade no assunto. É alarmante o uso da internet por "teólogos de facebook que lidam com temas teológicos complexos com uma redação jornalística, mas sem expertise e domínio da matéria. O que se vê em muitos casos é o tratamento de assuntos difíceis e densos de modo superficial, o que normalmente resulta em lacunas e simplificações que podem confundir o leitor e não lhe oferecer a amplitude necessária para produzir suas próprias conclusões com base nas Escrituras e na teologia histórica." 

Então, escrevo isso aqui para recomendar ao povo que lê esses sites que saiam dessa. Que deixem de ler essas coisas feias e sujas que rolam por aí. Que não envenenem suas mentes com essas bobagens. Dediquem seu tempo à leitura das Escrituras, de um bom livro teológico, de uma boa literatura e dê um basta na "zoeira". 

Que Deus nos ajude a usar melhor nosso tempo e nosso intelecto. Ambos são presente de Deus e ambos devem ser usado com sabedoria. 

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Tendo disto isto, quero oferecer aqui minha solidariedade aos meus amigos Augustus Nicodemus Lopes e Franklin Ferreira, que têm sofrido ataques vis e covardes por parte desses sites e páginas de bagunça. Conheço ambos há mais de 20 anos. Temos servido juntos em vários contextos e tenho visto o empenho desses irmãos para promover a verdade das Escrituras que edificam e conduzem pessoas a Cristo. É triste ver gente disseminando tanto ódio e aspereza contra homens que Deus tem usado de modo tão marcante em nosso país. 

Tiago Santos 

Tiago Santos é um dos pastores da Igreja Batista da Graça em São José dos Campos, escritor, conferencista e editor chefe da Editora Fiel.

O suicídio é um  tema é polêmico e altamente conflitante. Na semana que passou os pastores Franklin Ferreira e Augustus Nicodemus trataram do assunto com muita propriedade. (Veja aqui e aqui) o que despertou opiniões diversas. 

Diante do exposto resolvi escrever sobre o tema, elencando de forma objetiva os meus pensamentos sobre o assunto em questão.

No mundo um número incontável de pessoas em virtude dos motivos mais variados se suicidam trazendo fim a uma vida de sonhos, perspectivas e esperança. 

As estatísticas dizem que a cada 30 segundos uma pessoa se suicida no mundo. 

Além desse número preocupante, para cada pessoa que dá fim à própria vida, pelo menos 20 outras fracassam em sua tentativa. "A porcentagem de suicídios aumentou de 60% no mundo durante os últimos 50 anos. O maior crescimento foi registrado nos países em desenvolvimento", é o que diz  a OMS. 

Pois bem, falar de suicídio ainda é um tabu. Em alguns países existe um acordo jornalístico de que noticias do tipo não devem ser divulgadas pela imprensa simplesmente pelo fato de que a informação de que alguém tirou a sua própria vida poderá levar a outros a desejarem fazer o mesmo. 

O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação aponta para morte intencional ou autoinfligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção de provocar a própria morte. 

Na minha opinião o suicídio é, muitas vezes, a consequência DIRETA de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve o indivíduo, os problemas vividos no cotidiano, além da frágil capacidade emocional de suportar pressões corroboram para o desejo de tirar a própria vida. 

Na idade média a igreja proibia honras fúnebres aos suicidas, além de determinar que aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo: 


A) O suicídio é mais frequente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice.Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais frequência nas classes médias. 

B) Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes. 

 C) As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência tóxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. 

Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio, ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro. 

O Site de psiquiatria Mental Help afirma que: 


1) 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
2) Pessoas mais velhas se suicidam mais que as mais jovens.
3) Quanto mais planejado, mais perigoso no sentido de haver novas tentativas, caso essa não dê certo.
4)Qualquer distúrbio neuropsiquiátrico aliado ao álcool aumenta o risco de suicídio.

O Suicídio e os evangélicos:

Boa parte dos evangélicos acreditam que aquele que comete suicídio carimba o seu passaporte para o inferno.

As Escrituras Sagradas relatam a história de algumas pessoas que cometeram suicídio, dentre estas: Saul (I Samuel 31:4), Aitofel (II Samuel 17:23), Zinri (I Reis 16:18) e Judas (Mateus 27:5). Todos foram maus, perversos e pecadores, o que provavelmente após a morte experimentaram a condenação eterna. Ora, sem a menor sombra de dúvidas a Bíblia vê o suicídio do mesmo modo que o assassinato – e assim o é – um auto-assassinato. Cabe a Deus decidir quando e como a pessoa morrerá. Tomar de assalto este por em suas próprias mãos, de acordo com a Bíblia, é atentar contra Deus.

E o que diz a Bíblia a respeito de um cristão que comete suicídio?

"Em primeiro lugar não acredito que um cristão verdadeiro que cometa suicídio perca a sua salvação. A Bíblia ensina que a partir do momento no qual a pessoa verdadeiramente crê em Cristo, ela está eternamente salva (João 3:16). De acordo com a Bíblia, os cristãos podem ter certeza, sem sombras de dúvida, que têm a vida eterna, não importa o que aconteça. “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” (I João 5:13). Nada pode separar o cristão do amor de Deus! “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). 

Se nenhuma “criatura” pode separar um cristão do amor de Deus, e um cristão que comete suicídio é uma “criatura”, então nem mesmo o suicídio pode separá-lo do amor do Senhor. Jesus morreu por todos os nossos pecados... e se um cristão verdadeiro, em tempo de crise e fraqueza espiritual, e doença psíquica cometer suicídio – este, não será condenado, mesmo porque,  este também é um pecado pelo qual Cristo morreu." 


Caro leitor, antes que você emita qualquer parecer é certo que todos concordamos que nenhuma pessoa racional tiraria sua própria vida e, quando isso ocorre, é muitas vezes um ato irracional de uma pessoa que está com algum distúrbio mental. Isso nos leva a uma outra pergunta:

Pode o cristão sofrer de doença mental?

É claro que sim e eu pessoalmente conheço inúmeros casos. Embora alguns especialistas argumentem corretamente que a mente humana é abstrata e, portanto, não pode adoecer, o cérebro é uma entidade concreta e está sujeito às enfermidades físicas. As teorias sobre insanidade lidam com a diferença entre o órgão físico e os pensamentos que ele "processa", mas um fato é irrefutável — desequilíbrios químicos no cérebro comprovadamente provocam comportamento irracional, chegando até e incluindo o suicídio.

Um exemplo disso é caso de Matthew Warren, filho de Rick Warren que  morreu depois de uma longa batalha com uma doença mental. “Aos 27 anos de idade devido a uma profunda depressão e pensamentos de suicídio, o moço deu cabo da própria vida.

Alguns cristãos estão entre aqueles que sofrem do distúrbio bipolar (são "maníacos-depressivos") e precisam tomar medicamentos (à base de lítio, etc.) para controlar a enfermidade. Depressão severa e pensamentos sobre suicídio, junto com "vozes" que incentivam a pessoa a se matar são características trágicas dessa doença mental. Se não for diagnosticada ou tratada, ela pode e de fato leva os indivíduos a cometerem atos impensáveis, mas fique descansado que quando isso acontece com um dos filhos de Deus, eles nunca estão sob o risco de perderem a salvação.

Aproveito o ensejo em afirmar que não aprovo, não incentivo e nem tampouco reconheço que o suicídio seja uma saída àqueles que sofrem. Acredito piamente que o Senhor Todo-Poderoso é capaz de trazer bálsamo as nossas vidas e emoções restaurando naquele que nele crer a alegria de viver.

Vale a pena ressaltar que concordo com Hernandes Dias Lopes que afirma que o suicídio não é sustentado nas Escrituras. "O suicídio é assassinato de si mesmo. É uma violação do sexto mandamento da lei de Deus.  O suicídio é um ato de conspiração contra Deus e também um ato de egoísmo sem paralelos. Ninguém é uma ilha. Aqueles que tiram sua própria vida além de não resolver seu próprio problema, porque a vida não termina com a morte, ainda abrem uma ferida incurável na família. Aqueles que flertam com o suicídio precisam saber que existe esperança para a vida, por pior que seja a situação. Essa esperança está em Jesus."

Isto posto, aconselho a todo aquele que tem sentido desejos suicidas que procure ajuda médica e profissional, mesmo porque, a vida aos olhos de Deus é preciosa e  precisa ser cuidada, valorizada e respeitada.

Pense nisso!

Renato Vargens


Antigamente as pessoas procuravam uma igreja perto de suas casas, hoje já não o fazem mais, visto que nem sempre encontram perto de seus lares igrejas saudáveis. Posso afirmar sem sombra de dúvidas que a distância deixou de ser um empecilho pra muita gente, mesmo porque, o povo cansou do blá-blá-blá proferido por pastores despreparados. Digo mais, muitos não suportam mais os discursos da confissão positiva, ou repetições descabidas do tipo "diga para o irmão que está ao seu lado", ou "repita comigo". na verdade, o povo mais do que nunca quer uma igreja BÍBLICA, cristocêntrica, centrada nas Escrituras, não importando com isso, ter que andar quilômetros de ônibus, moto, carro e bicicleta. 

isto posto, resolvi escrever sete coisas que um cristão genuíno não deseja encontrar num culto:

1-) Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto pregações humanistas, antropocêntricas cujo foco seja a satisfação do homem.

2-) Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto louvores e canções centradas nas necessidades dos homens.

3- Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto o chamado "reteté" de Jeová onde o que importa são sensações místicas não fundamentadas na santa Palavra de Deus.

4- Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto pregações de autoajuda de cunho  estritamente psicológico.

5- Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto uma liturgia centrada no dinheiro e prosperidade.

6- Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto jargões, repetições e pregações cujo inspiração não são as Escrituras.

7- Um cristão genuíno não deseja encontrar no culto um pastor ou pregador personalista que teima é roubar para si a glória de Deus.

Pense nisso!

Renato Vargens